Regressão – a terapia de vidas passadas

A experiência metafísica direta

Ao longo de uma década atuando na área terapêutica, tivemos acesso a incontáveis ferramentas de cura e autotransformação.

Algumas, como essências vibracionais, florais ou EFT, tão simples (e funcionais) que qualquer criança pode utilizar.

No entanto, nos últimos anos, temos sentido uma lacuna nestes métodos.

Para um número significativo de pessoas, eles são altamente eficientes dentro daquilo a que se propõem.

Para outras, apesar dos resultados positivos, existe a sensação de que "falta algo".

Camadas - como uma cebola!

Pra entender como nós funcionamos, precisamos compreender que não somos seres lineares: todos possuímos diferentes níveis de consciência (mente consciente, subconsciente e inconsciente são termos populares que ilustram esta questão).

Quando você lê este texto, por exemplo, ou cuida de suas atividades diárias, está atuando a partir de níveis superficiais, chamados consciência ordinária ou mente discursiva (termos praticamente autoexplicativos).

Esta é a mesma "mente falante" que produz a voz incessante em sua cabeça, que se apega em crenças e situações, que compara como forma de se encontrar, que dá significados às coisas e pessoas, que julga e justifica suas atitudes. Ela é apenas uma pequena fração de quem nós somos, uma minúscula frequência dentro de um vasto espectro de estados de consciência – embora a grande massa de seres humanos tenham feito dela sua morada pelo simples fato de nunca terem experimentado nada além de seus estreitos limites (técnicas de meditação tem justamente este objetivo: expandir nossos níveis de consciência e percepção).

Qualquer método de autoconhecimento vai nos dar resultados equivalentes ao nível de consciência que consegue atingir.

Ao trabalhar com crenças, por exemplo, atuamos em níveis pouco mais profundos da mente discursiva (crenças são facilmente identificadas por um especialista, mesmo que passem despercebidas pelo cliente). Ou seja, elas não estão tão ocultas quanto sugerem!

Dentro deste modelo, podemos até substituir uma crença "negativa" por outra "positiva". E embora este seja um grande avanço para muitas pessoas, estamos apenas trocando nossos óculos de lentes cinzas por lentes amarelas, mas a questão básica permanece: continuamos de óculos! Este tipo de método pode até nos tornar bem-sucedidos em nossos empreendimentos diários e substituir nossa velha gaiola enferrujada por uma dourada, mas a causa metafísica primária continua presente: continuamos cercados por grades invisíveis, morando numa caverna que, por falta de referências, parece um mundo inteiro (o Mito da Caverna de Platão expressa muito bem esta realidade!).

E este é justamente o "vazio" que nós percebemos em nossa prática: mesmo solucionando muitas situações do dia-a-dia, não conseguimos atingir a fonte do sofrimento humano – a desconexão com nosso Ser Superior. Existem ganhos, mas a profundidade de nossa consciência não é atingida simplesmente porque nenhuma destas técnicas e métodos foram desenvolvidos para provocar abertura interior.

É neste ponto que entram métodos de Reconexão Interior e Regressão.

Deixamos as limitações de memórias recentes para encontrar causas profundas (samskaras - em sânscrito) de questões que sequer suspeitávamos que existissem.

Podemos experienciar a sensação de continuidade que está além do tempo ou do entendimento mental, através de um “sentir” que palavras não conseguem descrever, acrescentando uma dimensão metafísica REAL em nossas vidas.

Passamos a viver de maneira muito mais profunda, muito além da experiência que qualquer sistema de crenças poderia nos proporcionar – e começamos, verdadeiramente, a SER MAIS!

DETALHES IMPORTANTES:

É preciso acreditar em vidas passadas pra passar por uma regressão?

Não. É importante que você esteja aberto a viver uma nova experiência. E se você não acreditar em nada, também não tem nada em que duvidar!

Conhecemos vidas passadas para escrever um romance?

Definitivamente não! Acessamos estas memórias pra reconhecer padrões ocultos de condicionamento energético e mental. Lembre-se que Liberdade é sempre a nossa meta!

Existe perigo em realizar uma regressão?

Bem, precisamos entender que nem tudo é pra todos!

Se você não está seguro, toma medicamentos controlados, tem quadro de hipertensão ou debilidade cardíaca, então regressão não é pra você. Grávidas exigem cuidado redobrado.

O mesmo princípio se encaixa se está “curioso” sobre o processo. Nestes casos, outros métodos menos intensos são recomendados. É preciso uma certa “maturidade” pra passar pelo processo.

Qualquer pessoa consegue atingir um estado de regressão?

Utilizamos um método de acesso direto a estados sutis de consciência para identificar bloqueios (não é utilizada hipnose ou respiração). Isto permite que os clientes acessem memórias muito vividamente, sentindo-se em um corpo diferente e revivendo episódios passados com todas as sensações, percepções visuais e auditivas, levando a intensas liberações emocionais.

Através deste método, algumas pessoas têm resultado imediato.

Outras precisam de mais sessões para se conectar a estes estados.

Muitas simplesmente não o atingem!

Meditadores, em geral, conseguem regressar com mais facilidade (se você conhece meditação Vipassana, existe uma similaridade de princípios).

Quais as aplicações? De que maneira um processo sistemático de regressão pode me beneficiar?

As aplicações são as mesmas que outros métodos possibilitam: autoconhecimento, paz interior e a resolução de bloqueios em todas as áreas de interação humana. E particularmente, uma expansão e clareza de consciência sem precedentes, o que para muitas pessoas possibilita uma transformação profunda em sua maneira de encarar a vida.

E se você quiser aprender mais sobre a extensão do processo, sugerimos o estudo do livro "Regressão, terapia de vidas passadas para liberdade aqui e agora" escrita por Samuel Sagan e disponível em nossa página de ebooks.

Mais alguma recomendação especial?

Um certo grau de entusiasmo é sempre bem-vindo!

Além, é claro, de disposição para se conhecer e aprofundar cada vez mais.