Que lembranças você tem ao recordar seus pais?

Que lembranças você tem ao recordar seus pais? Agradáveis, ruins, indiferentes?

Você se sente bem ao falar sobre esse assunto? Que sentimentos você nutre sobre estas lembranças? Como é seu relacionamento com eles hoje?

Você acha que é melhor do que eles, e que se eles fossem como você tudo seria diferente?

Você acredita ter perdoado seus antepassados pelos seus erros?

 

Nem sempre responder estas perguntas é fácil – e em alguns casos, nos esforçamos para esconder o óbvio. Se você se encaixa neste perfil, então avalie as coisas por outro ângulo:

Sua profissão é resultado de suas escolhas ou das frustrações de seus pais?

Você tem o mesmo destino financeiro deles ou seu dinheiro segue o rumo oposto?

Como é seu relacionamento com seus filhos?

Você se sente seguro ao tomar decisões?

Você é empreendedor ou tem medo de arriscar?

 

Nem todos se dão conta, mas vivemos num mundo formado por padrões e ciclos de repetições. Copiamos nossos pais, que copiaram nossos avós, que copiaram nossos bisavós…

Existe uma parte de nosso cérebro desenvolvido por força de nosso ciclo evolucionário que faz justamente esta tarefa: a cópia. Desta forma, ficou mais fácil para nossos antepassados se organizarem e garantirem sua sobrevivência.

Podemos observar este mesmo aspecto se repetir em dois pequenos eventos corriqueiros do dia a dia: elevadores e filas de banco. Existe uma espécie de código não verbal que molda nosso comportamento nestas situações. Com quem você aprendeu a guardar aquele silêncio sepulcral quando estamos num elevador? Alguém lhe ensinou a respeitar a fila da padaria ou supermercado? Não existem manuais para isso, apenas aprendemos pela observação e gravamos esta informação como verdadeira .

Voltando aos nossos pais, podemos seguir o mesmo raciocínio, mas com um agravante: quando se é uma criança, eles são nossos ídolos, nossos heróis – e aí, fazer como eles fazem não é uma questão de opção, mas nossa única escolha!

Dos 0 aos 7 anos passamos pelo período de formação de nossa personalidade, e neste período somos mais suscetíveis de termos impressões do ambiente gravados em nossa psique com mais profundidade e eficiência. Não sabemos como é o mundo lááá fora, tudo que conhecemos se reduz a pai e mãe. Por este mesmo motivo, é nesta idade que construímos grande parte daquilo que somos hoje.

Você percebe esta influência negativa em sua vida? Nem sempre, afinal “ser assim como eu sou é tão normal!”… Realmente, não percebemos, mas podemos ter certeza dela quando observamos os resultados:

Como são seus relacionamentos? E o convívio com os filhos? Como você se sai na carreira escolhida? A quantas anda sua prosperidade? Qual seu grau de autoestima?

Viu, é fácil. Responda estas perguntas e encontre novas respostas: mesmo que negue, você é sim um reflexo de seus antepassados!

Durante nosso ultimo curso, uma das alunas deu um testemunho de família ratificando este fato em uma extensão ainda mais espantosa: todas as quatro irmãs enviuvaram de seus maridos de modo semelhante a sua mãe!

Mas algumas vezes fazemos exatamente o oposto: neste caso, será que a palavra “rebeldia” quer dizer alguma coisa???

Se as lembranças que tenho de meu pai são de que ele nunca estava presente, OU repito este padrão aos meus filhos, OU sufoco a todos com excessos…

Se minha mãe não gostava de minha namorada – e eu tinha diferenças com ela – a chance de casar (mal) é grande, apenas para contrariar minha mãe…

Dentro de uma mesma família com conflitos entre os pais e dificuldades financeiras, vemos um filho com prosperidade (mas com dificuldade para conseguir uma companheira) e outro casando-se cedo (mas com problemas de prosperidade).

Mas porque isso acontece? Porque assimilamos uma mesma situação de formas tão distintas? Tenho outro exemplo pra esclarecer: dentro de uma família com 5 filhos, apenas a mais velha e o mais novo apresentaram problemas em prosperar. Eis as lembranças trazidas a tona através da EFT: quando os pais estavam passando dificuldades financeiras, conversaram sobre o assunto com a filha mais velha (a única capaz de entender e opinar); o mais novo estava no colo! Pois é, desde bebezinhos (na verdade, desde o útero) vamos assimilando informações, gravando ciclos e realizando novas repetições.

São estes mesmos ciclos de repetição emocional os verdadeiros responsáveis pela nossa carga hereditária e que irão refletir em doenças, relacionamentos, profissão… Estes ciclos são repetidos sempre de forma subconsciente, mas são espantosamente certeiros! São a gravação em nosso HD, e nossa vida é apenas a leitura destes dados. E serão sempre assim, a menos que você faça algum esforço em direção à mudança.

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Somos seres essencialmente espirituais, vivendo uma experiência material. E nessa extraordinária jornada, tudo vale a pena ser vivido!...
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