A mensagem oculta dos sintomas e doenças

Você tem uma dor de cabeça. O que faz a respeito dela?

Toma uma aspirina. A dor some. Você está “curado”, certo?

Quando isso acontece eventualmente, esporadicamente, podemos até ser levados a acreditar em fatores externos como alimentação, cansaço, excesso de ruído, uma noite mal dormida, etc. E todo mundo está passível de passar por isso, afinal vivemos num mundo turbulento e bastante tóxico!

Mas e se a dor ou o desconforto se repete (e pode ser qualquer dor), deixando de ser algo esporádico pra ser constante, comum, frequente? Talvez a aspirina diminua ou elimine os sintomas naquele momento, mas no dia seguinte o mal-estar retorna.

O que está por traz destas dores? É o seu sistema de alerta, informando que algo vai mal com você – e quando digo “você”, não estou me referindo ao seu corpo, esta magnífica estrutura de carne e ossos que faz parte de sua condição atual. Estou me referindo àquilo que existe de real em cada um de nós: a consciência, a alma, a eterna presença que habita em tudo que existe.

Se o que estou dizendo parece um pouco abstrato pra sua mente compreender (e talvez você esteja sendo apresentado a este conhecimento agora), vamos ampliar um pouquinho a explicação.

Um pouco de física da informação

Nossa sociedade somente chegou a este grau de evolução tecnológica que experimentamos hoje graças a descobertas no campo da física nos últimos 100 anos: computadores, celulares, GPS e todo tipo de parafernália eletrônica moderna somente existem graças ao entendimento de que TUDO É ENERGIA, TUDO É INFORMAÇÃO. E que, segundo a física quântica, nada pode existir sem um observador que está modificando ativamente os resultados daquilo que observa.

E estes mesmos princípios se aplicam a você, claro!

Se formos mais fundo em nosso corpo, veremos órgãos, células, moléculas e, por fim, átomos. Estes últimos são os tijolos básicos que constroem a realidade que vivemos. Mas o surpreendente é que todo átomo é constituído por um núcleo e elétrons em sua órbita (semelhantes aos planetas orbitando ao redor do sol) – e entre eles, existe um “espaço vazio” que preenche 99,999999999% da sua estrutura. E tem mais: se o núcleo do átomo fosse do tamanho de uma bola de basquete, a órbita dos elétrons estaria a aproximadamente 30km de distância. Trocando em miúdos: somos todos constituídos por átomos, que essencialmente são constituídos de… quase nada!

E o que existe mais além de prótons, neutros e elétrons? Uma realidade subatômica ainda mais infinitesimal que, segundo as mais modernas teorias e estudos, é feita por ondas e vibração (essa é a Teoria das Super Cordas). Ou seja, nossa realidade aparentemente sólida é formada por ondas de energia e informação.

E tudo isso é apenas o básico pra você entender que a realidade material a que estamos acostumados é apenas a fachada, uma ilusão de ótica de nossos sentidos. E quando digo “realidade material”, isso se aplica a seu carro, sua casa, o chão que você pisa e, é claro, seu corpo: somos apenas feixes de consciência viajando momentaneamente pelo mundo tridimensional.

Mas a pergunta chave por traz disso é: se estes princípios e equações físicas conseguiram transformar nossa maneira de entender o universo (e produzir tudo isso que experimentamos tecnologicamente hoje), porque eles não são aplicados em nossa qualidade de vida e saúde?

Talvez a resposta mais simples seja: porque fomos condicionados a acreditar na matéria sólida como a realidade última em nosso mundo. E dentro deste paradigma (materialista), saúde e doença são apenas resultado da combinação de substâncias químicas, genética, vírus oportunistas e um pouco de sorte! Ou seja: você é apenas uma vítima do meio – e uma vítima não tem direito de escolha, não tem liberdade de ação. Ela pode apenas se submeter e lamentar…

Mas… e se nós mudássemos nossa concepção de mundo para algo que é muito mais próximo daquilo que realmente acontece (e que está além do alcance de nossos olhos)? E se começássemos a nos perceber como realmente somos: pura consciência e informação? O que aconteceria se percebêssemos que tudo que vivemos é nossa criação – incluindo estados de saúde e doença?

A ligação inseparável

Imagine por um minuto que seu corpo é como um smartphone – uma combinação entre hardware e software. Dentro do paradigma materialista, cada vez que o sistema trava ou apresenta qualquer problema, você primeiro se apavora, depois leva o aparelho a um especialista, deixa-o parado por dias, troca ou retira peças “desnecessárias”, e por fim paga o preço do “azar”.

Mas e se, ao invés disso, simplesmente desinstalássemos a aplicativo que tem criado problemas? Não seria muito mais prático assumir que temos este poder e fazer o que deve ser feito?

A questão é justamente essa: nossos pensamentos, crenças, ideias, dúvidas, medos, traumas, memórias… tudo isso são apenas programas! São informações, que podem ser úteis ou não, mas que podem ser apagadas e substituídas!

Só que estes programas, que você não consegue apalpar assim como não apalpa o software de seu computador ou um átomo de seu corpo, são os verdadeiros responsáveis pelo funcionamento da sua máquina.

Estes programas, gravados em seu inconsciente, agem constantemente em seu corpo, que é parte inseparável da mente. Faça um teste simples: lembre-se de um evento negativo que você viveu, e instantaneamente seu corpo vai reagir de forma equivalente a emoção armazenada com aperto, mal-estar, desconforto, pressão, adrenalina, suor… É o software comandando o hardware nos bastidores (assim como acontece com sua respiração ou batimento cardíaco – é automático). E embora você não possa “tocar” o programa, consegue perceber seus efeitos de maneira totalmente palpável, não é verdade?

Todo sintoma é um sinal de alerta

Bem, depois de toda esta explicação, podemos voltar ao exemplo da dor de cabeça (ou de qualquer outro desconforto físico) e entender que ele é apenas um sintoma de uma desordem interna, um problema em seu software, um “bug” em seu sistema. Você pode continuar tomando suas aspirinas, juntamente com os efeitos colaterais que os medicamentos químicos produzem, e estar ciente de que este tipo de procedimento apenas alivia seus sintomas. Ou pode fazer a coisa sensata: eliminar o mal pela raiz, apagar crenças e traumas, harmonizar a maneira como se relaciona com o mundo, ajustar sua mente e sua energia.

E mais importante: uma dor física constante ou crônica indica que você está carregando uma dor emocional de forma constante ou crônica (lembre-se: seu sistema funciona como uma coisa só) – e que isso já está afetando várias áreas da sua vida além da sua saúde! Mas quanto mais você se nega a olhar a questão emocional, escondendo-a ou rejeitando-a (ou fazendo de conta que “está tudo bem” ou “é melhor não pensar muito sobre isso”), mais pressão seu corpo vai fazer pra que o sinal seja notado – e o que começa com um sinal de alerta torna-se, com o tempo, uma dor severa ou “doença” (que pode variar de uma enxaqueca a um câncer, dependendo do contexto emocional envolvido).

resumindo a linguagem do corpo

E quanto menos as coisas estão claras a respeito de quem somos, qual nosso papel no mundo e o que realmente é importante em nossas vidas, mais nosso corpo irá somatizar esta confusão – motivo pelo qual nossa sociedade nunca foi tão moderna e tão doente ao mesmo tempo!

Se você quiser aprender mais sobre a relação entre sintomas e comportamentos, este resumo do livro “Metafísica da Saúde” vai ajudá-lo em sua busca. Mas se você quiser ir mais fundo dentro de si, encontrando labirintos escuros e lembranças que, sem saber, você se esforçou pra esconder, o atendimento individual é a melhor maneira de deixar o lixo indesejado para traz e entrar em novos estados de leveza, tranquilidade e saúde!

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Rafael Zen

Somos seres essencialmente espirituais, vivendo uma experiência material. E nessa extraordinária jornada, tudo vale a pena ser vivido!...
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